Causa e Efeito
(Dannylo Johnathan)
Sobre a vida? Muitas pessoas indagam ao nada: - O que é a vida? Ou então: - Qual o sentido da vida? Caros amigos leitores, a vida é a obra perfeita da divindade, é a prova da inteligência suprema do criador, a vida, resumindo, é o amor por excelência.
Os estudos espíritas e científicos já comprovaram a preexistência da alma, e também provaram como ilustre figura dessa pesquisa, o notável estudioso Chales Darwin, que induziu a tese evolucionista no mundo, sendo mais amadurecida nos tempos atuais. Não diferente, considerando também um percussor do espiritismo, Charles Darvim mostrou que os seres evoluíam de acordo com o tempo, os seres se adaptavam a nova forma de vida, a qual sofria modificações, ou “mutações” para a devida adaptação ao meio. Seguindo o raciocínio de Darwin, que mostrava a face da matéria em constante evolução de acordo com o tempo e suas modificações, o espiritismo mostra a face do espírito imortal, o princípio inteligente, que resiste a ação do tempo que consome a matéria e continua vivendo, também em constante evolução.
Nascemos simples e ignorantes, onde, reencarnando, evoluímos, e assim por se dizer, mudamos de “forma”, só que na forma de pensar, nos tornando melhores, perceptíveis ao mundo e sua evolução, mais não podemos dizer que vivemos “ao léu” sem nenhuma limitação, repetindo que dizíamos, nascemos simples e ignorantes, somos assim, impostos a viver com a lei, não falo a lei social elaborada pela inteligência humana, mais sim, a lei divina, elaborada por uma inteligência a qual o homem não pode conceber, Deus.
Na corrida evolutiva, nós temos dados sérios tropeços em nossas ações, pois como ignorantes de raciocínio, não entendíamos as leis que nos regiam e por muitas vezes encontramo-nos perdidos em nossas próprias idéias, indo por caminhos tortuosos, encontrando por diversas vezes a dor indesejável, mais repetindo a frase de Chico Xavier: “a dor é a grande enfermeira dos enfermos.”
A dor é o resultado de nossa imprudência com as leis naturais, e não podemos interpretá-la como um “castigo” e sim como uma bênção que nos livra da vaidade que nos consome, o sofrimento de hoje é um aviso de que no futuro teremos a felicidade constante.
A melhor maneira para interpretar as “dores” da vida, é entender que nós somos responsáveis por estas, e que só podemos vencê-las quando nos vencermos, vencer os defeitos que ainda se figuram em nosso espírito imperfeito, o orgulho, a vaidade, a prepotência, o ódio, o ciúme, todos esses, nos trazem os martírios que vivenciamos, mais em uma boa ótica, os martírios fazem com que nós possamos acompanhar a senda interruptível do progresso.

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