(Dannylo Johnathan)
Na última sexta feira, 2 de abril, comemorou-se 100 anos de uma das personalidades mais marcantes que ouvi falar, Fransisco Cândido Xavier, o Chico de Pedro Leopoldo. Milhares de famosos, amigos, simpatizantes, foram aos cinemas presenciar a estréia de seu filme, sua biografia.
Chico nasceu em Pedro Leopoldo, Minas Gerais, pobre, filho de uma lavadeira, Maria João de Deus, e João Cândido Xavier, que era operário. Logo, o pequeno Chico aos quatro anos de idade, via, ouvia e conversava com os chamados "mortos". O tempo passou, e logo, o menino "aluado" de Pedro Leopoldo se tornou um mito mundial, alvo de pesquisas, uma "metamorfose" como assim exemplificou seu biógrafo, Macel Souto Maior.
Chico piscografou mais de 400 livros, com nomes de autores célebres, como Augusto dos Anjos, Castro Alves, Humberto de Campos, dentre outros. Foi alvo de inúmeras críticas e polêmicas, mais trouxe consigo a bênção da consolação que se firmou através de sua mediunidade.
Chico trouxe consigo a missão da mediunidade onde trouxe para todos nós um legado inestimável, livros de vários gêneros: Romances, poesias, científicos, filosóficos, doutrinários. Sem dúvida, o "aluado" de Pedro Leopoldo fora e é uma personalidade iluminada.
Suas mãos rápidas colocavam no papel as verdades ditadas por aqueles que já viveram a experiência da matéria e nos mostram que a vida é apenas uma página da eternidade, e que gradualmente, caminhamos para a perfeição.
Trouxe-nos uma paz inesplicável, sua ações, sua luz, sua caridade, sua voz mansa, emocionava a quem presenciava tal figura que entregara sua vida à caridade com Jesus, foram suas mãos que escreveram a Paz.
Obrigado Chico, aqui deixamos o nosso eterno agradecimento pelo que você fez e ainda faz.

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