quinta-feira, 25 de março de 2010

Conto Teatral - Despertar - Capítulo Final

Pedro e Dr. Eduardo entravam logo cedo na  sua casa humilde, quando deparam-se com Maria cheia de emoção a abraçar Pedro carinhosamente.

- Pedro Meu filho! você setá bem?
- Estou mãezinha, estou muito bem, me desculpe sim? o que eu fiz até hoje foi desumano com a senhora, Eduardo me ajudou a derpertar e ver o que a senhora tanto me pedia, Me perdoe mãe por favor.

Maria aos prantos, olhou fixamente nos olhos de Pedro, afastou seus cabelos ralos acariciando sua fronte e dizendo:

- Meu filho, eu nunca fiquei enfurecida com você, meu coração tem muito amor por você, o ódio não acha lugar nesse coração que só tem a você e a Marília.

Pedro desfez-se em lágrimas, e perguntou por Marília: - Onde está Marília, preciso vê-la.

Eduardo advertiu:
- Tenha calma Pedro, você não pode se exaltar, vamos vamos sentar.

Sentaram e conversaram, Pedro entristeceu-se ao saber que Marília tinha ido a uma viajem da faculdade, e que voltaria só no mês próximo, conversaram animadamente, Eduardo sentiu forte impulso na mente, e uma ótima energia a le rodear, era Gilberto, ele logo perguntou:

- Maria, você poderia me conseguir uma caneta e alguns papéis em branco?

María sem entender disse: - Sim doutor, mais o senhor quer escrever algo? uma carta?

 - Sim, uma carta, explicarei depois.

Maria entregou a ele o papel e a caneta, ele falou,  - agora vocês poderiam ficar alguns minutos em silêncio, prometo que explicarei. Eduardo fechou os olhos, deu profundo suspiro e viu-se logo ao lado de Gilberto, ele escreveu rapidamente, Maria nem Pedro entendia por que ele escrevia daquela forma, olhos fechados, ~e escrevia rapidamente, sem perder a margem da folha, e o texto completamente organizado, e tinha como título, Minha Família, Meu amor.

Leu em seguida:

Minha Família, meu amor

Querido filho, Maria, meu grande amor, eu ainda me lembro quando nos encontramos a margem daquele lago na cidadezinha em que você residia, você sempre tímida demais, e eu meio que lá e cá, você sempre brigou comigo pela minha falta de decisão, embora fôssemos adolescentes, éramos indeligíveis, e nunca nos deixamos levar pelas discussões, você sempre coerênte, e eu sempre, "em cima do muro", imaturidade minha, aprendi com você os valores do sentimento e do pulso firme.

Pedro meu amado filho, embora você sempre resmungasse pelos cantos da casa, eu sempre estava te observando, da mesma forma que fazia quando você se machucava nos espinhos do cacto que tínhamos no quintal, quando você chorava eu o pegava no colo e beijava a sua testa e você logo esquecia, como foram bons os tempos em que vive ao seu lado.

Hoje eu agradeço aos céus pela bondade que me fez vir a viver com vocês, um dia nos reencontraremos, eu sempre estarei com vocês, não esqueçam disso, já para minha queria Filha Marília, fico radiante quando vejo sua maturidade inigualável, o carisma com que ela trata as pessoas, minha filha eu a amo com todas as forças do meu ser, você sempre foi o porto seguro quando pelos planos do altíssimo tive que deixar a vida material.

Eu os amo, com toda a força de meu coração, sempre estaremos juntos, o sentimento que nos une já vem de longe, e permanecerá forte como a rocha que segura a força das aguas da cachoeira,

Com amor, 

Gilberto.

Eduardo terminou de ler a carta, e viu Maria em prantos, Pedro chorava de cabeça baixa e quando ele relatava fatos de sua vida, Pedro feichou os olhos e viu aqueles momentos descritos na carta, como se fosse ontem, Eduardo começou a explicar:

- Meus amigos, não tenho muito a explicar, essa carta não foi escrita por mim, e vocês bem o sabe, Deus me deu a benção dessa capacidade, e agora peço que fique com essa carta, eu também os amo muito, trato-os como minha segunda mãezinha, você Maria, e você Pedro, meu irmão, meu filho.

Eduardo em pranto deu um forte abraço em Pedro, e disse no ouvido: - seu pai se orgulha muito de você.

Saiu da casa em poucos minutos depois.

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Pedro entrava ofegante naquela manhã nebulada entrava deitado numa maca enquando via passar sobre si os enfermeiros, algumas pessoas choravam, gritavam de dor, do seu lado, Eduardo, - acalme-se Pedro foi apenas um choque de temperatura, logo você voltará ao normal.

Pedro estava fraco, sim, chegara sua hora de deixar o corpo pois ele já estava alquebrado pelo uso intensido das drogas do passado, Maria encontrava-se do lado de fora na ala de espera, chorando, quando viu Marília entrar no hospital:
- Mãe, onde está o Pedro? acabei de chegar, e recebo logo essa notícia?
 - Ele foi para a sala de observação junto com o Dr. Eduardo,eu sei filha que nosso Pedro nos deixará. disse Maria em prantos que cortavam sua voz ao falar.

Pedro dizia:
- Doutor chame Marília, preciso conversar com ela.
- Mais Pedro ela não...
- Estou aqui meu irmão! gritou Marília, entrando no quarto e assustando Eduardo, que ao vê-la afastou-se um pouco.

- Marília, não podia partir sem te pedir perdão por tudo que te fiz, você sempre teve razão, eu era um inconsequênte, e hoje vejo o resultado de não ouvir teus conselhos, me desculpe minha irmã,  eu a amo.

- Pedro! Pedro! não, vá, eu te amo! eu não posso te perdoar, eu nunca tive raiva de você, eu apenas me preucupava. Meu querido irmão.

Pedro olhava profundamente os olhos de Marília, agora serenamente apertava sua mãozinha delicada, e fechou seus olhos lentamente, e disse: - Eu amo vocês, sempre amarei.

Marília chorou abraçada ao doutor Eduardo, que disse baixinho: - Pedro não nos deixou, ele nunca nos deixará, o que o amor une, a morte não separa.

Pedro viu-se agora nos braços de Gilberto que o olhava com amor, e o conduziu para um refazimento profundo, deixando de lado os vícios para abraçar a causa do amor.

 " A Rebeldia conduz o homem para a escuridão do orgulho, e cega seus olhos, mais o arrependimento pelo amor, liberta o homem para voar o inifinito céu da sublimação.

****FIM****

terça-feira, 23 de março de 2010

A Prática Abortiva

A Prática Abortiva
(Autor Desconhecido)

Num determinado momento da humanidade o homem era forçado a pensar o que naquele tempo remoto se acreditava, era um crime social contradizer as "razões" daquela época, e isso levou grandes defensores da verdade à morte.

O Homem com o passar do tempo encontrou em si e no mundo a liberdade de escolha onde ele manda em si e em sua escolha, sem qualquer contestamento alheio.

A tecnologia mostrou ao "homem moderno" as facilidades da vida, onde ele é o detentor do conhecimento, e isso foi uma idéia sua, a evolução do raciocínio antes cristalizado.

Contudo, o homem ainda não largou seus instintos primitivos, onde vive entre o orgulho e a vaidade, mata, e tudo para satisfação de seu ego intermitente.

O Vandalismo do aborto é a maior manifestação do primitivismo humano em sua plenitude, destruir uma vida que se forma é interceder na maneira de pensar e na vontade alheia,  somos sabedores que só Deus tem o poder de decidir  os caminhos certos a seguir, por que só ele conhece nossos defeitos e nossas necessidades.

Aborto, jamais!

Não seja um criminoso, seja a favor da vida!
Embora teus caminhos possam parecer difíceis, confia na luz que está acima de ti e segue sem temer. A vida é mais bela quando vemos beleza nela.

O Aborto transforma o homem em um animal, e em contrafeito com as inderrogáveis leis divinas, pois não sabemos o que o passado tem a nos dizer, não sabemos o que nossa vaidade passada nos fez fazer e pela bondade divina vivemos em um presente onde precisamos  do sofrimento redentor para crecer e desvenciliar-se da vaidade imoral.

Jamais aborte, abrace a vida, pois a vida é o amor Divino em movimento, cresça com o amor, viva o amor, E SEJA FELIZ!

sábado, 20 de março de 2010

Confia Sempre

Confia Sempre
Pelo Espírito Meimei, piscografia de Francisco Cândido Xavier.


Não percas a tua fé entre as sombras do mundo.



Ainda que os teus pés estejam sangrando, segue para a frente, erguendo-a por luz celeste, acima de ti mesmo.


Crê e trabalha.


Esforça-te no bem e espera com paciência.

Tudo passa e tudo se renova na terra, mas o que vem do céu permanecerá.


De todos os infelizes os mais desditosos são os que perderam a confiança em Deus e em si mesmo, porque o maior infortúnio é sofrer a privação da fé e prosseguir vivendo.


Eleva, pois, o teu olhar e caminha.


Luta e serve. Aprende e adianta-te.

Brilha a alvorada além da noite.


Hoje, é possível que a tempestade te amarfanhe o coração e te atormente o ideal, aguilhoando-te com a aflição ou ameaçando-te com a morte...


Não te esqueças, porém, de que amanhã será outro dia.

terça-feira, 16 de março de 2010

Conto Teatral - Despertar - Parte II (Penúltima Parte)

Meus amigos, essa é a penúltima parte de nossa história, em breve postaremos a parte final, boa leitura a todos.

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Pedro voltara tarde aquele dia, voltara completamente altera, do lado dele, criatura

vampirescas o rodeavam, sorrindo e gritavam: - Idiota! esse já é nosso!
e cada vez mais Pedro viciava-se naquele mundo estranho das drogas, onde
tantos se perdem e as vezes não acham mais o caminho.

- Pedro por que você está assim? Indagou Marília. - Mais uma vez você usou
drogas? tome logo um banho. Disse empurrando-o para o banheiro. - Não quero
que mamãe o veja assim.


- Largue-me! gritou empurrando Marília. - Eu não te devo satisfações,
você por mim pode se ferrar, eu faço o que quero de minha vida. Dizendo isso


Pedro cai no chão desacordado, com convulssões estranhas, como se estivesse
em pleno estado de overdose, ele tremia, e de sua boca espessa saliva escorria.
Marília que entendeu o que se passava, chamou a mãe logo:


- Mãe venha, Pedro está muito mal!


- Marília o que há com ele? disse Maria em prantos se abaixando tentando vencer as convulssões
que a cada instante ficava mais forte como se o sufocasse.


- Vamos mãe, vamos levá- lo para Dr. Eduardo, ele saberá o que fazer.


Dizendo isso pegou Pedro com esforço colocando-o em seu ombro, e levou-o para o hospital que ficava próximo a sua casa.

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Chegando no Hospital, Pedro ainda encontrava-se trêmulo embora estivesse melhor
do que em sua casa, o médico, Dr. Eduardo o olhou de longe e indagou:

- Mais uma vez nosso Pedro nesse estado? Vamos Marília deixe-me ajudá-la.


Dr. Eduardo era um bom homem, humilde, preferiu ajudar Marília do que chamar os demais enfermeiros e auxiliares que estavam ocupados, Eduardo era Espírita, e desde pequeno via e ouvia os espíritos
com clareza, naquele instante ele notou as más energias que rodeavam Pedro, mais não deixou transparecer, não quis ele assustar Marília nem sua mãe que já estavam bastante alteradas pelo estado que Pedro já se encontrava.

Olhou nos olhos cansados de Pedro, já se recuperando da overdose e falou:


- Consegue me ouvir Pedro?


Pedro apenas acenou um pouco a cabeça, pois mal recuperara a atenção.

Eduardo deu um simpático sorriso e acariciou seus cabelos.


- Deixe-o descansar, vão, leve sua mãe Marília, eu vou cuidar de Pedro até que ele se recupere,
e após isso, o levarei para sua casa, tudo bem?


Marília apenas assentiu com a cabeça, conversou com sua mãe que jogou profundo olhar de agradecemento ao Dr.Eduardo que já amigo da família, havia desviado todos seus esforços nos últimos
dias de Gilberto no plano físico.


Pedro durmiu um bom sono, sempre com o Dr. Eduardo sem tirar a atenção a qualquer
sintoma estranho, Eduardo já tinha feito alguns exames e constatou em Pedro uma doença, que hoje
destroi a auto estima dos jovens desrregrados, que esquecem de viver a melhor vida, para viver uma
vida de ilusão.


Pedro abriu os olhos e fitou Eduardo a sorrir para ele, quando confuso peruntou:


- Doutor Eduardo? passei mal foi? o que houve?


- Nada Pedro, você exagerou um pouco e teve que ser trago para cá.


Dizendo isso, Pedro que ao lado de Eduardo estava lúcido, pois era envolvido pelas preces que ele fazia mentalmente, e assim se sentia mais confortado. Eduardo logo viu a seu lado Gilberto na qual mentalmente disse:


- Nosso Pedro irá passar por problemas difíceis meu nobre amigo.


Gilberto respondeu consolado:


- Eu sei meu amigo, meu querido filho usou mal de sua vontade, e agora terá que prestar contas consigo mesmo, mais sempre estarei ao seu lado, e agradeço a você meu querido irmão que sempre está ao lado de minha família.


- Gilberto, não precisa agradecer, faço isso de todo meu coração, somo bons amigos, desde quando você ainda estava aqui, e continuamos assim, tomo isso como um dever.


Gilberto o respondeu com um sorriso de agradecimento, e Pedro ao notar o olhar ténue de Eduardo para ele, perguntou:


- Algum Problema Doutor?


- Não Pedro, apenas lembrei de quando você era pequeno e quando visitava seu pai você sempre sorridente me dava um abraço, como os tempos passam rápido não é?


Dizendo isso, notou logo em Pedro a cara "amarrada" que fazia quando falavam em seu pai, a qual respondeu:

- Sentes saudades de seu pai não é?

Pedro, mais sincero do que nunca, respondeu:


- Sinto Doutor, Meu Pai foi meu melhor amigo, ele me deixou por conta daquele maldito câncer,
e hoje pela solidão, uso drogas, e estou viciado.


Eduardo interrompendo falou enérgico:

- Não usa mais! o vício meu amigo, não consola, destrói, e seu pai não o deixou, você acha mesmo
que o amor de seu pai é tão fraco assim?


Pedro ficou pensativo e Eduardo continuou:

- A Morte é uma ilusão, a vida continua Pedro, quantas vezes você já não ouviu isso?

- O senhor já me contou isso, mais por que meu pai nunca veio falar comigo? Perguntou Pedro.


- Será mesmo? Pedro, Pedro, seu pai não o abandonou nem nunca vai abandoná-lo.


- Como so senhor tem tanta certeza?


Eduardo não quis revelar nada sobre sua mediunidade, Pedro não iria entender.
e falou apenas:


- Eu fui e sou amigo de seu pai, sei que ele não te abandonou, você precisa acreditar nisso também, para sofrer menos, seu pai não gostaria de o ver mais nesse estado ok?

- Tudo bem doutor, confio no senhor, é como se fosse meu segundo pai, obrigado.


Naquele momento Eduardo pode notar a fúria das entidades perversas que acompanhavam Pedro:


- Idiota mudou de pensamento, ele não nos escuta mais! Vamos embora daqui!
E saíram com fúria.


Eduardo notando a serenidade de Pedro se viu no dever de contá-lo:


- Pedro, meu amigo, você está com um grande obstáculo para enfrentar, confia em Deus?


Ele respondeu sem entender: - Sim.


- Quero que saibas que sempre terá o meu apoio, e não tenha medo, venceremos juntos, e pegou na mão de Pedro, que o perguntou curioso:

- O que eu tenho doutor?


- Pedro, você usando daquelas seringas durante suas "noitadas" uma delas, estava infectada, e você adquiriu um vírus muito conhecido: A AIDS.


Pedro tomou um enorme susto, empalideceu e logo se viu cair ténue lágrima de seus olhos.


- Lembre-se meu amigo, A AIDS não é o fim para quem quer lutar pelo bem, pedou em sua mão trêmula e disse: - Venceremos juntos!

Gilberto que observava, sorriu com grantidão.

- Sua mãe nem sua irmã sabem de sua doença, não se preucupe eu conto a elas.


Eduardo naquele instante ligou para Maria e Marília, que assustadas receberam a triste notícia
da doença de Pedro, mais confiantes que eram agradeceram ao Dr. Eduardo e naquela mesma manhã
Eduardo trazia Pedro para casa.
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sábado, 13 de março de 2010

Dias Futuros

Dias Futuros

O Mundo se levanta e cresce!
Não cessa sua caminhada!
Os homens já tem a prece,
Como a maior luz de sua estrada.
Esquece-se do acaso, por que tudo tem uma razão,
Ama e vive com mais emoção.
É chegado o Tempo de Regeneração.

Os que não aceitarem o progresso,
Irão crescer em outros mundos,
Para suas imperfeições corrigir
E assim poder acompanhar a senda do progredir.

Deus não nos esquece,
Os problemas acontecerão com mais frequência
Para que o homem possa vencer sua aparência
e viver com mais decência,
No futuro, o mal não será mais perene,
o bem brilhará nas mãos do homem que traz,
a tranquilidade da paz.

Mais não se esqueça do trabalho!
Pois esse tirou o homem do abismo mais profundo
que se encontrava mergulhado.
A ociosidade não é a paz,
e só o trabalho no amor,
é a ferramenta que traz,
o crescimento desejado.



sexta-feira, 12 de março de 2010

(Conto Teatral) - Despertar (Parte I)



Naquela tarde, Marília encontrava-se na escrivaninha, pensativa, estudava noções sociais para sua prova na faculdade aqual cursava o curso de Filosofia, o curso dos seus sonhos, sua mãe, a bondosa Maria sentada em sua velha cadeira artesanal, fitava o céu, quando a porta da sala bate muito forte, entrando na sala, Pedro, seu filho mais novo.

- Meu filho, por onde andava? indagou Maria, - a muito não conversamos, você deve se lembrar quando era mais jovem, sempre gostava de minhas histórias, conversava comigo, e agora não me diz nada, por que meu filho? há algo te afligindo?

Pedro alterado, respondeu com firmeza:

- Eu cresci mãe! não preciso mais de suas histórias, sou homem feito, mando em minha vida, e a senhora hoje não me ver mais como antes, só presta atenção em Marília, sua filha querida.

Marília ao ouvir as insinuações de Pedro e ao ver sua mãe assustada com a reação de sempre de Pedro, levanta-se da cadeira empurrando a escrivaninha e disse com firmeza:

- Você é um ingrato Pedro, muito ingrato! mamãe faz todas suas vontades, você é que esqueceu de nós, vive com aqueles seus amigos estranhos, se papai o visse hoje.

- Cale a boca sua idiota! Gritou Pedro alterado.- Papai morreu! ele sim me dava a atenção, já vocês, me ingnoram, e não falem de meus amigos! eles me dão a atenção que vocês nunca me deram!  dizendo isso, saiu de casa furioso.

Marília a ver a reação de sua mãe, chega próximo a ela acariciando seus cabelos já brancos, dizendo:

- Tenha paciência mãezinha, Pedro é um incosequente, sempre estarei com você.

Maria deixa rolar pesadas lágrimas de sua face, e lembra-se de Gilberto, seu amado esposo, que faleceu de um sério problema respiratório, mais ela, sem notar que Gilbeto estava observando-a e quando a viu triste aproximou-se, e deu-lhe carinhoso beijo na testa, dizendo: -Paciência minha querida, iremos fazer de tudo para que nosso Pedro retorne aos caminhos do Pai. Maria nada ouviu, a não ser uma forte saudade de Gilberto, já Marília, que tinha sutil sensibilidade mediúnica, sentiu a presença amiga de seu pai na qual respondeu: - Mãezinha, confie em Deus, ele não vai nos desamparar nessa hora.

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Pedro, saindo tomado pela fúria, foi ao encontro de seus amigos, e os viu, para sua surpresa, logo um dos "chefes" da turma que ele era frequentador.

- Fala aê Pedrãos. cumprimentando Pedro. - Tá bolado? que tá com essa cara.
- Tô bolado sim, a minha mãe enchendo o saco, a idiota da Marília.
- Deixa isso pra lá mano, briga de família, esqueça, relacha, toma, oferta da casa. Ele entrega a Pedro um pequeno saco contendo um pó branco, era cocaína.

Nem Pedro nem seu amigo, percebiam o que acontecia naquele momento, espíritos de naturza perversa, viciados, espíritos que desencarnaram mais não deixaram seus vícios, estavam ali, rindo e brincando,  gritando:

- Isso, vamos lá, cheire a vontade!

Seu pai, por outro lado, tentava o aconcelhar pedindo para que não aceitasse aquela droga, mais de nada adiantava, Pedro já tinha usado outras vezes, estava viciado, totalmente controlado pelas drogas que cada vez mais o consumia e mudava sua personalidade.

segunda-feira, 8 de março de 2010

A Flor de Luz

A Flor de Luz
(Dannylo Johnathan)

Como interpretar a figura de uma mulher? aquela nobre companheira que com amor e ternura ampara a família que se forma, ou daquela delicada mãezinha, que com luz entrega seu coração para nos doar a paz de espírito. Indescritível é a figura da mãe, que traz consigo o amor sublime que cura dores passadas, ameniza a alma e transforma o ser, indescritível é a figura da companheira da caminhada, que com resignação, aceita trazer a Terra uma família, sendo a detentora da vida sublime, na qual carregará sobre longos nove mêses a oportunidade em sua estrada de trazer a Terra uma vida, um espírito.

A mulher é sem dúvida a maior figura de ternura que temos, hoje lembramos dos martírios passados por Maria de Nazaré, nossa mãezinha do coração, ao trazer o Mestre que traria a Terra os ensinamentos divinos do amor.

Lembramos da mãe, que tem em si a faculdade da vida, onde brota a flor de luz que ameniza e faz chorar aqueles que ao ver a face luminosa, sucumbem em arrependimento pelas noites escuras que a fazemos passar e abraçando o seu maior tesouro, sua mãe, que o recebe com braços amorosos.

A mãe é uma personificação divina, agrdecemos a figura da mãe em nossas vidas, agradecemos a mãe que ajuda seu filho a dar os primeiros passos, a mãe que enchuga as primeiras lágrimas que caem do rosto de seu filho, a mãe que trouxe para a Terra a esperança dos homens, Jesus, a mãe que doa amor, que perfuma a vida, como uma Flor de Luz.