quarta-feira, 21 de abril de 2010

A Grandeza

A Grandeza
(Dannylo Johnathan)

Hoje, queria falar sobre tudo que por muitas vezes nos passa dispercebido ao olhar, o sentimento, a grandeza da perfeição.

Certa feita, íamos nós ao Centro Espírita Jesus de Nazaré, de uma cidade vizinha de nome Catingueira, chegando lá, tivemos momentos bons de descontração com os jovens que faziam aquela casa, ao término estávamos voltando para nossa cidade, alegres pela espectativa do trabalho,quando olhei para o céu e notei que as estrelas estavam "mais acesas" mais brilhantes, e fiz uma auto-reflexão, quanta perfeição tem o universo? as estrelas refletem o brilho da criação que toca fundo em nosso ser imperfeito , quantas galáxias? quantos planetas? quantos seres, infinitos, unidos pela fraternidade universal, unidos pelo amor divino da criação.

A beleza do universo é incondicional, por muitas vezes nós não notamos, por estarmos sempre ocupados com nós mesmos, esquecemos do presente inolvidável de Deus, a natureza trasfigurada em luz que nos abençoa, com o sopro do vento que nos toca a face, o brilho das estrelas, como se o universo olhasse para nós.

Devemos dia-a-dia procurar notar mais o nosso meio, e não vivermos tão-só em nosso mundinho pequeno, mundinho de tanos conflitos íntimos, e viver a vida que está la fora de nosso ego, mundo onde não somos só nós que sofremos, onde muitos gemem as dolorosas provas da esxistência para melhoramento. Eu fiquei, amigos leitores, deveras mais desperto para as coisas do mundo, depois desta experiência que provocou em mim uma reflexão íntima.

Termino esse texto com a seguinte frase de Shekspeare: " Há mais coisas entre o céu e a Terra do que nossa vã sabedoria pode conceber."



quarta-feira, 14 de abril de 2010

O Tempo e seu Efeito

O Tempo e seu Efeito
(Dannylo Johnathan)

Todos nós temos nossas limitações, somos, ainda, serem com muitos defeitos, passíveis ao erro, perceptíveis aos acertos, seres criados para evoluir, assim Deus nos criou.
Como primeira Revelação, tivemos Moisés, foi ele quem fundou a pedra fundamental da fé raciocinada na crença em um Deus único, onde vivíamos medido sobre leis, só que nosso querido profeta não nos mostrou toda a magnitude daquele criador que ele tanto falava e defendia dentro de uma cultura politeísta que naquela época estava fincada no racionalismo humano.
Moisés mostrou, para a humanidade daquela época, que Deus era um ser punitivo, vingativo, e devíamos temer o seu nome. Nos perguntamos por que ele agiu assim? Ora, aquelas pessoas não entenderiam de outra forma! Eram pessoas de um raciocínio ainda muito limitado, pois se limitavam a aceitar o conhecimento, assim agiu nosso profeta, com a força para o bem Deus fosse reconhecido da forma correta.
Jesus, foi a segunda Revelação, quando os profetas falavam de um messias, de um Rei que viria a Terra para comandar e mostrar aos corações humanos a riqueza verdadeira, os homens acreditavam que viriam um messias ditador, empunhando o cajado da submissão onde todos os homens deveriam deter-se as suas normas, assim esperavam os homens daquela  época. Jesus, nasceu num estábulo humilde assistido por animais, não rejeitou o ofício laborioso da carpintaria, e libertou os homens com a palavra sublime, e mostrou o Deus Amor aos homens, que Deus não era apenas justiça, é o amor por exelência, mais sendo ele, mal compreendido por aqueles "Doutores" , Jesus fora punido com a morte mais perversa da época, mais ele, sendo o Espírito mais puro que a Terra já recebeu, em vez de gritos de martírios e impropérios pelo sofrimento indefinível da Cruz, Jesus olhava seus algozes com olhos ternos e pronunciava as palavras que até hoje tocam fundo em nossa alma imperfeita: "Pai, perdoa-os, eles não sabem o que fazem."
Nesse ínterim, a Terra recebe anos depois, sobre a palavra do Espírito de Verdade, o Consolador prometido pelo Mestre, àquele que traria ao homem os conhecimentos que ele naquela época não podia entender, e lembraria todos os conhecimentos pronunciados pelo exelsso Mestre. Assim se fundou para o homem, O Espiritismo, trazendo os concentos eternos da vida, nele, todo o perfil do homem mais sublime que nosso pobre conhecimento teve contato, Jesus.
Assim a Terra se movimenta, o tempo é a resposta de nossas perguntas, pois assim se move o conhecimento, assim se move a evolução. Pensemos nisso.


segunda-feira, 5 de abril de 2010

Mãos que escrevem a Paz

Mãos que escrevem a Paz
(Dannylo Johnathan)

Na última sexta feira, 2 de abril, comemorou-se 100 anos de uma das personalidades mais marcantes que ouvi falar, Fransisco Cândido Xavier, o Chico de Pedro Leopoldo. Milhares de famosos, amigos, simpatizantes, foram aos cinemas presenciar a estréia de seu filme, sua biografia.

Chico nasceu em Pedro Leopoldo, Minas Gerais, pobre, filho de uma lavadeira, Maria João de Deus, e João Cândido Xavier, que era operário. Logo, o pequeno Chico aos quatro anos de idade, via, ouvia e conversava com os chamados "mortos". O tempo passou, e logo, o menino "aluado" de Pedro Leopoldo se tornou um mito mundial, alvo de pesquisas, uma "metamorfose" como assim exemplificou seu biógrafo, Macel Souto Maior.

Chico piscografou mais de 400 livros, com nomes de autores célebres, como Augusto dos Anjos, Castro Alves, Humberto de Campos, dentre outros. Foi alvo de inúmeras críticas e polêmicas, mais trouxe consigo a bênção da consolação que se firmou através de sua mediunidade.

Muitas, incontáveis pessoas choravam quando Chico lia cartas de filhos, mães, pais, avós, de parentes amados que já tinham deixado essa vida, e se comunicava através das mãos  abençoadas deste homem, cartas que traziam em seu conteúdo, palavras emocionantes tais como: "Mãezinha, eu não morri, veja, estou vivo e muito bem"; "Mãe, não deixe a vovó Lúcia chorar tanto, eu estou bem , e não gosto de ve-la chorar."

Chico trouxe consigo a missão da mediunidade onde trouxe para todos nós um legado inestimável, livros de vários gêneros: Romances, poesias, científicos, filosóficos, doutrinários. Sem dúvida, o "aluado" de Pedro Leopoldo fora e é uma personalidade iluminada.

Suas mãos rápidas colocavam no papel as verdades ditadas por aqueles que já viveram a experiência da matéria e nos mostram que a vida é apenas uma página da eternidade, e que gradualmente, caminhamos para a perfeição.

Trouxe-nos uma paz inesplicável, sua ações, sua luz, sua caridade, sua voz mansa, emocionava a quem presenciava tal figura que entregara sua vida à caridade com Jesus, foram suas mãos que escreveram a Paz.

Obrigado Chico, aqui deixamos o nosso eterno agradecimento pelo que você fez e ainda faz.

quinta-feira, 1 de abril de 2010

Causa e Efeito


Causa e Efeito
(Dannylo Johnathan)

Sobre a vida? Muitas pessoas indagam ao nada: - O que é a vida? Ou então: - Qual o sentido da vida? Caros amigos leitores, a vida é a obra perfeita da divindade, é a prova da inteligência suprema do criador, a vida, resumindo, é o amor por excelência.


Os estudos espíritas e científicos já comprovaram a preexistência da alma, e também provaram como ilustre figura dessa pesquisa, o notável estudioso Chales Darwin, que induziu a tese evolucionista no mundo, sendo mais amadurecida nos tempos atuais. Não diferente, considerando também um percussor do espiritismo, Charles Darvim mostrou que os seres evoluíam de acordo com o tempo, os seres se adaptavam a nova forma de vida, a qual sofria modificações, ou “mutações” para a devida adaptação ao meio. Seguindo o raciocínio de Darwin, que mostrava a face da matéria em constante evolução de acordo com o tempo e suas modificações, o espiritismo mostra a face do espírito imortal, o princípio inteligente, que resiste a ação do tempo que consome a matéria e continua vivendo, também em constante evolução.


Nascemos simples e ignorantes, onde, reencarnando, evoluímos, e assim por se dizer, mudamos de “forma”, só que na forma de pensar, nos tornando melhores, perceptíveis ao mundo e sua evolução, mais não podemos dizer que vivemos “ao léu” sem nenhuma limitação, repetindo que dizíamos, nascemos simples e ignorantes, somos assim, impostos a viver com a lei, não falo a lei social elaborada pela inteligência humana, mais sim, a lei divina, elaborada por uma inteligência a qual o homem não pode conceber, Deus.


Na corrida evolutiva, nós temos dados sérios tropeços em nossas ações, pois como ignorantes de raciocínio, não entendíamos as leis que nos regiam e por muitas vezes encontramo-nos perdidos em nossas próprias idéias, indo por caminhos tortuosos, encontrando por diversas vezes a dor indesejável, mais repetindo a frase de Chico Xavier: “a dor é a grande enfermeira dos enfermos.”


A dor é o resultado de nossa imprudência com as leis naturais, e não podemos interpretá-la como um “castigo” e sim como uma bênção que nos livra da vaidade que nos consome, o sofrimento de hoje é um aviso de que no futuro teremos a felicidade constante.


A melhor maneira para interpretar as “dores” da vida, é entender que nós somos responsáveis por estas, e que só podemos vencê-las quando nos vencermos, vencer os defeitos que ainda se figuram em nosso espírito imperfeito, o orgulho, a vaidade, a prepotência, o ódio, o ciúme, todos esses, nos trazem os martírios que vivenciamos, mais em uma boa ótica, os martírios fazem com que nós possamos acompanhar a senda interruptível do progresso.