"O problema do mundo é esse, niniguem pensa!" , já ouvi muita gente dizer essa frase, é uma coisa que acontece com muita frequência no nosso dia -a-dia, os "problemas" são assíduos em nossas vidas, não importa como e onde estamos, eles sempre nos acompanham.O Silêncio interior é a solução de todos os problemas, é a solução universal, só que ainda não estamos educados para nos calar nos momentos difíceis, temos a precipitação de tudo e muitas vezes amontoamos preucupações por fatos que nem sequer chegaram a se perpetuar. Isso nos leva a lembrar de uma história bastante relacionada a reflexão.
Uma vez um homem que muito trabalhava para o sustento de sua família, ainda mais por que só ele trabalhava numa família que contava seis componentes, ele, sua mulher e seus quatro filhos. Numa certa ocasião o nosso personagem, que tabalhava como pedreiro em uma contrução muito importante de sua cidade, um prédio de eletrodomésticos, já findava seu trabalho tão ardumente "problemático", recebeu seu pagamento e feliz se dirigia a sua casa pois já poderia fazer as compras do mês, já que no mês passado não podera realizar, passou na casa do seu irmão feliz para dizer que a noite iria realizar um churrasco para a família, passou em uma loja de calçados e comprou um modesto modelo para sua esposa, e partiu, chegou em casa feliz, presenteou sua esposa e abraçou carinhosamente seus filhos , quando saiu para convidar os familiares para o seu churrasco, notou que dinheiro diminuíra mais da metade, e deixando-o muito preucupado, foi a todos os locais que havia passado antes e perguntou se não havia esquecido o dinheiro mais ninguem sabia, por último voltou a loja de calçados que ora tinha comprado um para sua esposa, quando responderam negativamente ter visto o dinheiro, ele se sentou na calçada e chorou, olhou para o céu, refletiu, e quando olhou para o chão, próximo ao batente de entrada da loja, lá estava a parte do dinheiro que estava faltando em seu salário, feliz pegou seu salário e agradeceu a Deus por tê-lo encontrado.
Muitas vezes estamos sujeito a esse tipo de situação, mais o problema é que não sabemos silenciar nossos pensamentos e refletir sobre o dia e voltar mentalmente aonde você andou pelo dia, pois esse homem que de tanto eufórico estava que não notou que seu dinheiro havia caído de seu bolso quando ele o guardou depois da compra do calçado.
Então embora ainda não nos educamos completamente para "silenciar-nos e ouvir a voz melodiosa da Razão", como nos diz Luiz Gonzaga Pinheiro autor do livro Caçadores de Ilusões devemos exercitar todos os dias para que um dia possamos nos educar por completo e diminuirmos a turbulência que são os problemas.
REFLITA e viva Feliz!
Texto: Dannylo Johnathan
Doentes e Doenças
ResponderExcluirLivro: Idéias e Ilustrações
Irmão X & Chico Xavier
O respeito aos doentes é dever inatacável, mas vale descrever a ligeira experiência para a nossa própria orientação.
Penetramos o nosocômio, acompanhando um assistente espiritual que ingressava no serviço pela primeira vez, e por isso mesmo era, ali, tão adventício em matéria de enfermagem quanto eu próprio.
Atender a quatro irmãos encarnados sofredores, o nosso encargo inicial nas tarefas do magnetismo curativo. Designá-los-emos por números.
Em arejado aposento, abeiramo-mos deles, depois de curta oração.
O amigo número um arfava em constrangedora dispnéia, suplicando em voz baixa:
- Valei-me Senhor! ... Ai Jesus! ... Ai Jesus! ... Socorrei-me ! Ó divino salvado! ... Curai-me e já não desejarei no mundo outra coisa senão servir-nos! ...
O segundo implorava, sob as dores abdominais em que se contorcia:
- Ó meu Deus, meu Deus! ... Tende misericórdia de mim! ... Concedei-me a saúde e procurarei exclusivamente a vossa vontade...
Aproximando-nos do terceiro, que, mal agüentado tremenda cólica renal em recidiva, tartamudeava ao impacto de pesado suor.
- Piedade, Jesus! ... Salvai-me! ... Tenho mulher e quatro filhos ... Salvai-me e prometo ser-vos fiel até a morte! ...
Por fim, clamava o de número quatro, carreando severa crise de artrite reumatóide;
- Jesus! Jesus! ... Ó Divino Médico! ... Atendei-me! ...
Nosso orientador enterneceu-se. Comovia-se, deverás, ouvir tão carinhosas referencias a Deus, ao Cristo, tantos apelos com inflexão de confiança e ternura.
Sensibilizados, pusemo-nos em ação.
O chefe esmeirou-se.
Exímio conhecedor de ondas e fluidos, consertou vísceras, sanou disfunções ali, renovou vísceras, sanou disfunções ali, renovou células mais além e o resultado não se fez esperar. Recuperação quase integral para todos. Entramos em prece, agradecendo ao Senhor a possibilidade de veicular-lhe as bênçãos.
No dia imediato, quando voltamos ao hospital, pela manhã, o quadro era diverso.
Melhorados com segurança, os doentes pela manhã já nem se lembravam do nome de Jesus.
O enfermo de número um se reportava, exasperado, ao irmão que faltara ao compromisso de visitá-lo na véspera:
- Aquele malandro pagará! ... Já estou suficientemente forte para desancá-lo ... Não veio como prometeu, porque me deve dinheiro e naturalmente ficará satisfeito em saber-me esquecido e morto ...
O segundo esbravejava:
- Ora essa! ... Por que me vieram perguntar se eu queria orações? Já estou farto de rezar ... Quero alta hoje! ... Hoje mesmo! ... E se a situação em casa não estiver segundo penso, vai haver barulho grosso!
O terceiro reclamava:
- Quem falou aqui em religião? Não quero saber disso ... Chamem o médico ...
E gritando para a enfermeira que assomara a porta:
- Moça, se minha mulher telefonar, diga que sarei e que não estou ...
O doente de número quatro vociferava para a jovem que trouxera o lanche matinal!
- Saia da minha frente com seu café requentado, antes que eu lhe dê com este bule na cara! ...
Atônitos, diante da mudança havida, recorremos à prece, e o superior espiritual da instituição veio até nós, diligenciando consolar-nos e socorrer-nos.
Após ouvir a exposição do mentor que se responsabilizara pelas bênçãos recebidas, esclareceu, bem humorado:
- Sim, vocês cometeram pequeno engano. Nosso irmãos ainda não se acham habilitados para o retorno à saúde, com o êxito desejável... Imprescindível baixar a taxa das melhoras efetuadas ...
E sem qualquer delonga, o superior podou energias aqui, diminui recursos ali, interferiu em determinados centros orgânicos mais além, e, com grande surpresa para o nosso grupo socorrista, os irmãos enfermos, com ligeiras alterações para melhoria, foram restituídos ao estado anterior, para que não lhes viesse a ocorrer coisa pior.